Um grande desafio. Esta é a melhor definição para o projeto da LXschool – Centro de formação de novas tecnologias, Lisboa – Portugal.
Ingredientes: Prazo apertado de uma semana + Layout Rico + WordPress
Layout excepcionalmente criado por Carla Cruz (Motion Concept – Portugal)
CSS por William Bruno
Se você ainda nem sabe ao certo o que é web 2.0 e, talvez pense que tudo isso é bobagem ou até mesmo uma modinha, mais uma jogada de marketing etc etc etc… seria bom começar a mudar seu ângulo de visão das coisas ou pelo menos dar uma conferida neste artigo.
Em resumo a web 3.0 seria a diferença entre a sintaxe e a semântica.
“Numa altura em que a Web 2.0 já se estabeleceu na vida dos internautas, que diariamente frequentam redes sociais como o Facebook e o Twitter, está na hora de abrir as portas à Web 3.0, o passo seguinte da evolução tecnológica num mundo em que as máquinas se aproximam cada vez mais do universo da inteligência artificial.”
“A Web semântica é uma extensão da actual Internet na qual é dado significado à informação, permitindo que computadores e pessoas trabalhem melhor em cooperação”. Foi assim que o próprio inventor da Web, Tim Berners-Lee, e Eric Miller a definiram, em Outubro de 2002.
Como você lê? De maneira mecânica, passiva ou de maneira ativa, reflexiva e crítica? Você acumula apenas os dados e as informações ou você integra o lido ao vivido?
Há pessoas que lêem muito, pilhas de livros são devoradas, como se fosse uma saída a qualquer problema psicológico, mas sua vida nada muda. Elas lêem como o raio laser lê o disco, mecanicamente. Quando muito, tais pessoas são verdadeiras enciclopédias volantes, sabem de cor uma série de coisas.
Outras lêem de forma reflexiva, fazem a leitura como se estivessem comendo alguma coisa. Mascam, ruminam, não gostam, devolvem, brigam com o texto. Elas possuem uma postura crítica diante do que lêem. Depois do texto lido e digerido, ele passa a fazer parte da vida deste tipo de leitor. Para ler é necessário ir e voltar, do texto a nós mesmos, até interiorizá-lo, até que ele, finalmente, faça parte de nós.
A gente lê para se informar, para ser uma pessoa culta, mas acima de tudo se deve ler para praticar a leitura para que a pessoa continue alfabetizada, não perca a habilidade de manipular e entender as palavras do vocabulário passivo.
Os japoneses, por exemplo, possuem uma língua ideográfica bem mais difícil do que a nossa, por isso lêem sempre para não esquecer a escrita que aprenderam com muito sacrifício. Conosco deveria acontecer o mesmo. Como disse uma trabalhadora dos canaviais pernambucanos: “Quem não sabe ler, tem medo das novidades”. Ler é um processo, cuja condição primordial é a própria prática da leitura.
Autor: Hélio Consolaro
Fonte: Por trás das letras
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